segunda-feira, 20 de novembro de 2017
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Noite escura
Telhado que anda
Sussurros....sibilos
Medo
Culpa
Culpa cuspida por quem te odeia
engolem, aceitam
Não.
Diferente?
Do que?
Lutando
Olhos injetados
Círculos viciosos
Virtudes
Desajustados
Julgados
Adorados
Criaturas os rodeiam
Culpados!
Artistas da fome
Em suas masmorras
Olhos vendados
Culpados!
Sorriem todos desdenhando tamanha idiotice
Unidos em dimensões
Mentes de gosto destrutivo
Felizes de modo a chocar
Culpados.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
POEMA DE AMOR
Minha carne rasgada,
olhos vidrados, restos de alguém que passou.
É amor.
No escuro lembrando, tentando esquecer.
Nada é suficiente para me entorpecer.
Meu grande amor.
Se foi.
Se foi entre gritos e desespero, me alegrei com ódio profundo.
Escrevi com lágrimas, palavras de cristal.
Me enrosquei em espinhos suaves, que penetravam tão loucamente dolorosos.
Meu amor.
Confuso, distante, eterno.
Atrás das portas chorei, pedi para morrer.
Sem adeus, sem olhar.
Todos os dias meu café é amargo,
amargo de amor.
De sonho, sonho azul cobalto, sonho que nas veias matou,
sonho de corpos na neve,
amor cinzento que queima.
Poema mal feito de amor.